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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

RELAÇÕES RESPEITOSAS NA ORIENTAÇÃO DE TCC


Fotografia de um grupo de Documentário "A Síndrome de Estocolmo: consequências sociais e Jurídicas" orientado por mim no segundo semestre de 2014, composto pelas estudantes Bruna Larissa Lobato Silva, Gislene Sousa de Oliveira, Jéssica Pimentel Ataíde Cardoso e Ranyelle Ferreira Rodrigues. 
Vi este texto e achei bem interessante postar aqui. Mesmo porque a primeira pergunta que os estudante me fazem é: "Como encontrar uma boa orientação?" e a outra pergunta é: "quais as principais dificuldades encontradas na orientação?"
"1. Prazos: o fogo da paixão. Programe-se e respeite, como nunca, os prazos que seu orientador estabeleceu. Agradeça por ele se preocupar com seu trabalho e ainda te dar prazos!
2 – Apresentação impecável: amor à primeira vista. Apresente um material decente (no formato, na redação, no uso das normas da ABNT) TODAS as vezes que você precisar enviar qualquer pedacinho do seu trabalho para o orientador. Ele vai ficar emocionado, acredite.
3 – O Trabalho é seu, não dele: vida própria. Pesquise, traga ideias, mostre-se interessado. Seu orientador não orienta só você, ele precisa orientar muitos outros alunos. Lembre-se: ele está ali para ORIENTAR, não para fazer o trabalho para você.
4 – Tenha memória de elefante: datas importantes. Lembre seu orientador quando ele pede para ser lembrado de alguma coisa. São tantos trabalhos, turmas e alunos que qualquer pessoa esquece algumas coisas. O trabalho é seu, a preocupação é sua. Ajude seu orientador a ajudar você!
5 – Faça acordos: parceria na relação. Tudo o que for combinado com seu orientador deve ser respeitado. Tudo. Se algo mudar, avise com antecedência. Ele vai te amar um pouco mais.
6 – Orientador também é gente: sem ciúmes. Seu orientador também tem uma “vida lá fora” (quem está fazendo o TCC é você). Portanto, não apareça no último minuto com o trabalho e exija correção no dia seguinte. Você, com certeza, não é a única preocupação dele.
7 – Redes sociais NÃO: liberdade. Jamais fale sobre assuntos acadêmicos nas redes sociais do seu orientador, a menos que ele tenha te autorizado. Sempre que um aluno manda mensagem no Facebook em um domingo à noite, um orientador pensa em correr para as colinas. Sério".


    Disponível em: <http://www.portaltccendo.com.br/7-dicas-para-ter-uma-relacao-de-amor-com-seu-orientador/>. Acesso em: 17 feev. 2015.

    segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

    AVALIAÇÃO DA TURMA DE PESQUISA JURÍDICA 2014/1



    Fotografia da turma de Pesquisa Jurídica do Segundo Semestre de 2014

    Muito bom retomar as aulas de Pesquisa Jurídica, na Universidade Católica de Brasília. Segue abaixo o depoimento da Representante de turma após a oitiva dos colegas de sala: 

    "Nesse 2º semestre de 2014, tive a experiência de ser representante da disciplina de Pesquisa Jurídica, ministrada pela professora Neide Aparecida Ribeiro, nas manhãs de sexta-feira.
    Logo nas primeiras aulas, conhecemos o que era dificuldade. A cada aula a professora nos determinava uma tarefa, e tínhamos o dever de cumpri-la. Claro que não era fácil, mas o objetivo disso era o nosso progresso, que dependia apenas de cada um de nós, e lá estava ela, que, muita paciência e dedicação, corrigia individualmente nossas tarefas.
    A pesquisa jurídica tem como finalidade a produção, elaboração e concretização de um pré-projeto. Para isso, sei que estudantes passaram noites sem dormir, tentando fazer o melhor.
    O conteúdo da disciplina de fato valeu muito a pena, pois com ela, sofremos, mas ganhamos confiança, adquirimos conhecimentos, aprendemos a pensar e compreender melhor. 
    Como representante da turma, pude perceber a pressão e cobrança que cada colega sentia, inclusive eu, mas não desisti. E a razão disso é saber que sem esforço e foco, não se alcança metas. E isso serve para qualquer coisa que se deseja. Fazer a diferença está na noite sem dormir, na festa que não foi, no filme que não assistiu, simplesmente para se empenhar naquilo que deseja.
    Hoje, final de semestre, vejo o alivio de todos por finalizar o pré-projeto, e a satisfação que se deu por todo o esforço e dedicação de cada um durante o curso, e não somente pelo resultado final. Com mais uma etapa cumprida, vitoriosos e felizes, a vontade agora é viajar, estar na praia ou cachoeira, passear em outro estado ou país, dormir mais um pouquinho, ou até mesmo estar no topo da cordilheira, enfim, como disse um de nossos colegas, qualquer lugar seria ótimo quando se está feliz.
    Em nome da turma deixo nosso agradecimento à professora Neide pela paciência e por tudo o que nos foi ensinado".
    “Que os nossos esforços desafiem as impossibilidades. Lembrai-vos que as grandes proezas da história foram conquistas daquilo que parecia impossível." (Charles Chaplin)

    Laís Bitencourt Sarmento


    quinta-feira, 16 de outubro de 2014

    EVENTOS NA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA

    Tive a oportunidade de estar presente no evento promovido pela UCB em que os Professores Doutores Manoel Canció Meliá e Jesús Maria Silva Sánches palestraram sobre o Direito Penal na Contemporaneidade no dia 22 de setembro de 2014.

     


    Fotografia com o Prof. Doutor Manuel Canció Meliá e Profa. Soraia da Rosa Mendes





    Fofografia com os estudantes, da esquerda para a direita: Francisca, Roseli, Professor Doutor Jesus Silva Sanchez, os estudantes Fernando, Shirllei e a esgressa Francilma.



    Fotografia dos Professores da FUNAP, da direita para a esquerda: Prof. Wagdo, Profa. Soraia, Prof. Jessé, Profa. Neide, Profa. Denise Diretora da FUNAP.

    Também atuei na qualidade de palestrante na Mesa Redonda realizada no dia 8 de outubro de 2014, com a presença dos Professores Jessé Gomes de Sousa, Wagdo da Silva Martins da FUNAP e Soraia da Rosa Mendes da UCB.
    Eventos em que se discutiu sobre a eficácia do direito penal, a jurisidicionalidade da execução pena e a possibilidade de ascensão social através da educação dos reeducandos entre outros diversos temas importantes que permeiam os sistema de justiça criminal.  

    domingo, 7 de setembro de 2014

    ATIVIDADES DO GRUPO DE PESQUISA: O PESQUISADOR ATENTO



    Na reunião do dia 5  de setembro de 2014, o Subgrupo de Pesquisa "A aplicação e o impacto da prisão provisória no Distrito Federal" deliberou o seguinte:

    1. Selecionados os formulários das presidiárias em atendimento aos critérios: a) Faixas etárias diferentes b) Tipos penais  diversificados  c) Grau de Instrução d) Tempo de cumprimento da prisão (provisória ou definitiva);
    2. Foi sugerido que os(as) pesquisadores(as) farão uma campanha para arrecadar doação de livros para a biblioteca e de fraldas para os recém-nascidos que vivem na prisão e que no início de outubro, haverá a remarcação da visita ao CDP;
    3. Pré-agendada a visita ao presídio feminino para o dia 30 de setembro ou 1 de outubro;
    4. Marcada a oficina sobre a elaboração de artigo científico para o dia 26 de setembro, às 11:00 horas, em sala ainda a ser designada na UCB;
    5. Agendadas as próximas reuniões para os dias 31 de outubro,  21 de novembro e 12 de dezembro;
    6. Informado sobre a participação em evento internacional para o ano de 2015;
    7. Ajustado que todos deverão ter ou atualizar o Lattes para a  composição regular  no grupo;
    8. Acordado que o blog da Professora Neide Aparecida Ribeiro será utilizado como instrumento informativo e de atualização das atividades do Grupo;
    9. Acordado que os ARTIGOS deverão ser entegues até o dia 15 de setembro (entrega do texto provisório) e 5 de outubro (entrega definitiva do texto);

    A próxima leitura será de dois capítulos da obra de Eugenio Raúl Zaffaroni, "A palavra dos mortos", páginas 303 a 346, relacionados a atuação midiática no sistema de justiça criminal.
    Seguem abaixo imagens dos integrantes do grupo que estiveram na reunião do dia 
    5 de setembro, na sala A 208 da Universidade Católica de Brasília.



    Fotos que ilustram os pesquisadores presentes na reunião: sendo o Prof. Ferrari e a Profa. Neide Aparecida ao centro e da esquerda para a direita as(os) estudantes Francisca Gonçalves, Roseli de Oliveira, Felipe Romério, Paola Frigi, Sheyla da Silva, Lívia Ruth, Victor Hugo e Monique Marlley.

    GRUPO DE PESQUISA: A APLICAÇÃO E O IMPACTO DA PRISÃO PROVISÓRIA NO DISTRITO FEDERAL

    A atuação dos estudantes e professores em um grupo de pesquisa depende do interesse em participar e de determinação dos integrantes. 
    O Subgrupo de Pesquisa "A aplicação e o impacto da prisão provisória no Distrito Federal" vinculado ao CNPQ pelo Grupo  "Observatório de efetivação de direitos humanos" e à Universidade Católica de Brasília tem o prazo de duração de dois anos e está em andamento com diversas atividades as quais tenho  o imenso pazer de apresentar neste espaço.
    Das sete reuniões realizadas desde maio deste ano, quatro duplas de estudantes estão elaborando artigos sobre a temática objeto da pesquisa, e vários alunos e alunas se propuseram a visitar as unidades prisionais do Centro de Detenção Provisória (CDP) e a Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF).
    Nas visitas, o grupo já entrevistou em média 40 (quarenta) reeducandos permitindo conhecer a realidade do sistema prisional que abrange a estrutura carcerária, a assistência material, jurídica, educacional, social e religiosa e a escuta das inúmeras necessidades dos presos que estão cumprindo alguma modalidade de prisão provisória.
    Em visita à Fundação de Amparo ao Trabalhador - FUNAP, em 6 de agosto de 2014, com as estudantes Paola e Michelle, pudemos conhecer um pouco mais dessa estrutura em entrevista concedida pela Dra. Verlúcia Moreira Cavalcante que, gentilmente, esclareceu que a entidade é muito importante para a recuperação social do preso e a melhoria de suas condições de vida.

     Foto 1. Foto da primeira visita realizada no dia 21 de julho de 2014 ao Centro de Detenção Provisória. Da esquerda para a direita os estudantes: Pablo Júnio, Hudson Tiego, Monique Marlley, Profa. Neide Aparecida, a estudante Francilma Mendonça, Sheyla da Silva, Paola Frigi, Andrea dos Santos e Victor Hugo.

     Foto 2. Foto da segunda visita realizada no dia 25 de agosto de 2014, ao CDP. Nessa data marcou presença o Dr. Luiz membro da Comissão de Segurança e Ciências Criminais da OAB/DF, a estudante Monique Marlley, Profa. Neide Aparecida, a estudante Monise, Hudson Tiego, Sheyla da Silva, Michelle de Paula e Paola Frigi.

     Foto 3. Fotografia da vista à FUNAP em entrevista com a Dra. Verlúcia da direita para à esquerda, as estudantes Michelle de Paula e Paola Frigi e a Profa. Neide Aparecida Ribeiro.

    sexta-feira, 1 de agosto de 2014

    APREENDENDO O TEXTO LIDO: EVITE O "DEU UM BRANCO, E AGORA?"




    Fonte: <https://www.google.com.br/search?q=imagem+de+gente+lendo+livros&safe=active&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=uQ3cU4u0C9LJsQSUwIKoCg&ved=0CAYQ_AUoAQ&biw=1366&>. Acesso em: 1 ago. 2014.

    Tenho ouvido de vários estudantes que a apreensão do texto lido não é das tarefas mais fáceis. 
    Nesse tempo de velocidade máxima, em que tudo é feito às pressas e de forma catatônica, uma boa leitura depreende do leitor paciência para esgotar o tema tratado.
    Ou seja, a atitude de parar o que se faz para ler, portanto, necessita, como qualquer outra atividade, de técnicas ou formas para tornar a leitura mais agradável.
    Com várias dúvidas dos discentes das turmas de pesquisa jurídica e de Direito Processual Penal resolvi sugerir alguns passos que podem facilitar à todos aqueles que além de precisarem ler, têm que entender e guardar o conteúdo lido. Portanto, seguem algumas ponderações para otimizar uma boa leitura:
    1. Escolha um local tranquilo, sem barulho (salvo para quem gosta de ler ouvindo uma música bem suave), tendo feito as refeições para não paralisar a leitura para se alimentar;
    2. Examine o texto para verificar a sua extensão e de quanto tempo será necessário na leitura. Analise se possui um sumário, introdução e conclusão para dosagem do tempo. Essa avaliação prévia deve durar 3' minutos;
    3. Ao ler cada página risque, sublinhe, use marca-textos luminosos para enfatizar as partes que considerar mais importantes (essa sugestão não é válida se o livro é emprestado); 
    4. Após a leitura de cada página, feche os olhos e relembre mentalmente o que o autor escreveu. Se não conseguiu memorizar, releia as partes que foram marcadas;
    5. Caso tenha tempo suficiente, vá escrevendo um pequeno resumo em uma folha separada ou elaborando um outro sumário dos pontos que são fundamentais na escrita de um artigo, projeto ou outro trabalho acadêmico, registrando a página correspondente;
    6. Procure salientar ou mesmo ter uma capacidade crítica com o teor do texto;
    7. Ao terminar toda a leitura, releia apenas as partes que foram marcadas ou o resumo escrito. E se o texto lido for comparado com outro autor que trata do mesmo assunto com entendimento diverso, sinalize se as ideias são coerentes ou se precisam de complementação. No caso, a de quem lê.
    Destaco que a leitura é uma forma de estudar o assunto que se pretende. Todavia, cada estudante ou leitor pode ter uma característica pessoal que poderá propiciar uma boa apreensão do texto lido. Logo, essa história de "deu branco", pode ser uma questão superada quando se tiver o real propósito de fazer bem feito.
    No entanto, muitas vezes o cansaço, a depressão, insônia, problemas físicos e emocionais são causas que atrapalham quem tem dificuldades e esse vazio na cabeça aparece. Uma boa noite de sono, um bom filme, ou outro lazer equivalente são medidas indispensáveis para esvaziar a memória e preenchê-la de informações relevantes trazidas pelos autores.
    Não é uma receita pronta e acabada, e pode ser que as sugestões apontadas não sirvam para todos, mas pondero que muitas pessoas têm se valido delas.


    sexta-feira, 20 de junho de 2014

    PESQUISA JURÍDICA: O DESAFIO DE PRODUZIR BONS RESULTADOS



    Ministrar a disciplina de pesquisa jurídica é um desafio porque o professor deve despertar no estudante a possibilidade de produzir um bom texto na escrita do projeto e ter a iniciativa de buscar informações ampliando os horizontes do conhecimento.
    No primeiro semestre de 2014, tive a graça de ser auxiliada pela representante de turma, Thaiane Silva Moura e pelo monitor Luiz Henrique Matias. Geralmente, o impacto das primeiras semanas é superado pela didática das aulas com o acompanhamento individual de cada discente. O que se percebe é uma mudança de postura dos estudantes na verbalização e na escrita devido às leituras minuciosas que fazem. Abaixo o depoimento de ambos:


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